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Mostra de Cinema Socioambiental de Manaus

Em abril de 2025, nasceu a primeira edição da Ecoa – Mostra de Cinema Socioambiental de Manaus, no Cine Carmen Miranda, no coração da cidade de Manaus, com o propósito de promover um espaço de análise crítica e diálogo sobre sociedade e meio ambiente.

Criado pela produtora audiovisual duplofilme e pela associação sem fins lucrativos OCA Amazônia, o evento gratuito, de caráter não competitivo, exibiu 15 filmes de não-ficção de todo o Brasil, sendo seis obras audiovisuais inéditas em festivais, explorando eixos temáticos como movimentos sociais de resistência, fauna e flora amazônica, povos tradicionais, políticas públicas, identidades amazônidas, lixo e reciclagem, conhecimentos ancestrais, produção de alimentos, mobilidade urbana.

 

A curadoria desta primeira edição foi feita pela artista plástica Mayara Jansen e pela produtora cultural Cláudia Aleixo, bem como pelo trio fundador da duplofilme, Ricardo Manjaro, Álex Jansen e Henrique Amud, além das pelas gestoras de projetos socioambientais Shalimar Lima, Lorena Jezini e Aline Salignac, que comandam a OCA Amazônia.

Ao todo, 110 filmes, entre curtas, médias e longas, integraram a lista de inscritos da 1ª edição da Ecoa.

A exibição contou com um longa inédito em festivais, “Como matar um rio”, do realizador rondoniense Chicão Santos, e mais 14 curtas (sendo cinco inéditos): “Minha câmera é minha flecha”, da realizadora parintinense Natália Tupi; “Insalubre”, do realizador manauara Juan Lopes; “Momat”, dos realizadores amazonenses Jeane Morep'ei e Daniel Tavares; “Cotidiano Seis Por Um”, do artista visual manauara André Cavalcante Pereira; “Uity (Mãe)”, da realizadora paulista Renata Padovan; “Cata”, do diretor maranhense Lucas Sá; “Nossa Querida Jabebiracica”, do diretor carioca Elder Gomes Barbosa; “Mercado de Histórias”, da realizadora acreana Alcinethe Damasceno; “Videocarta para o Futuro”, da realizadora amazonense Dheik Praia; “Travessia”, da realizadora capixaba Karol Felício; “A fumaça e o diamante”, dos diretores paulistas Bruno Villela, Fábio Bardella e Juliana Almeida; “Espinha de Peixe”, do diretor carioca João Costa; “Tabajara”, dos diretores piauienses Oliveira Júnior, Milena Rocha e Weslley Oliveira; e “Alguma Coisa Com Plutônio”, única animação da seleção, realizada pelo pernambucano Raoni Assis.

 

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​       SELEÇÃO OFICIAL ECOA 2025

  • Minha câmera é minha flecha – Natália Tupi (AM)

  • Insalubre – Juan Lopes (AM)

  • Momat – Jeane Morep’ei e Daniel Tavares (AM)

  • Cotidiano Seis Por Um – André Cavalcante Pereira (AM)

  • Uity (Mãe) – Renata Padovan (SP)

  • Cata – Lucas Sá (MA)

  • Nossa Querida Jabebiracica – Elder Gomes Barbosa (RJ)

  • Mercado de Histórias – Alcinethe Damasceno (AC)

  • Videocarta para o Futuro – Dheik Praia (AM)

  • Travessia – Karol Felício (ES)

  • A fumaça e o diamante – Bruno Villela, Fábio Bardella e Juliana Almeida (SP)

  • Espinha de Peixe – João Costa (RJ)

  • Tabajara – Oliveira Júnior, Milena Rocha e Weslley Oliveira (PI)

  • Alguma Coisa Com Plutônio – Raoni Assis (PE)

      FICHA TÉCNICA ECOA 2025

​       Concepção e Direção: Shalimar Lima e Henrique Amud

       Produção: OCA Amazônia e duplofilme

       Curadoria: Claudia Aleixo, Mayara Jansen, Shalimar Lima, Lorena Jezini, Aline Salignac, Ricardo               Manjaro, Álex Jansen e Henrique Amud. 

       Arte, Design e Identidade Gráfica: Shalimar Lima
       Imprensa: Luana Gomes
       Apoio: Cine Carmen Miranda/Michel Guerreiro

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Produtora audiovisual dedicada ao desenvolvimento de filmes, à formação em cinema e à difusão da linguagem cinematográfica.

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